Em sua reunião de ontem, o Conselho de Ensino e Graduação da UFRJ decidiu ampliar a lista de candidatos que passaram para a segunda fase, ou seja, cujas provas discursivas serão corrigidas.
A lista divulgada anteriormente incluía cerca de 8 mil estudantes que fizeram o ENEM, mas faltaram às provas da segunda fase. Com isso, a concorrência de quatro candidatos por vaga, prevista no edital, acabou sendo reduzida a 2,3.
ATUALIZAÇÃO: A nova listagem acaba de ser liberada pela UFRJ. Veja
aqui. Para mais detalhes, leia a
nota oficial da UFRJ.
# postado por Bruno Rabin às 7:03 AM

Comentários:
Ou seja, não devemos mais confiar nos editais. Não servem para nada.
# postado por
Fabiano Battaglin às 11:18 AM
Fabiano, na minha opinião, não houve propriamente uma mudança em relação ao edital. Na verdade, como as regras foram lançadas antes do ENEM, os eventos posteriores não estavam previstos (adiamento do ENEM e necessidade de todos fazerem as provas). Então, a convocação de candidatos para uma concorrência, na segunda fase, de quatro por vaga deu margem a duas interpretações: a) convocar os faltosos (que efetivamente, a priori, já estariam eliminados), com a consequente redução da concorrência; b) substituição dos faltosos por outros, para manter a concorrência, desconsiderando que os faltosos participaram, indiretamente, da concorrência (e que alguns faltariam, de qualquer maneira, à segunda fase). Ou seja, realmente não me parece haver "certo" e "errado" absolutos. Aí, entre o conveniente e o custo social, preferiu-se o segundo.
# postado por
Bruno Rabin às 3:37 PM
Rabin, concordo com seu ponto de vista, o problema foi causado por toda a confusão do ENEM.
Porém, encaro a abstenção aos exames de segunda fase (por parte dos que teriam suas provas corrigidas) como uma espécie de "abdicação de um direito". É como se alguém que passou no vestibular não efetuasse sua matrícula para o curso, como é o meu caso na UFF. Concordo que as vagas restantes sejam abertas para outros interessados, mas acho um absurdo, no caso da UFRJ, que pessoas que já teriam suas provas corrigidas a partir do primeiro edital tenham suas vagas ameaçadas por outras que adquiriram esse direito através do edital complementar.
Abraços.
# postado por
Fabiano Battaglin às 3:24 PM
Concordo com o Fabiano.
# postado por
Brunna às 7:44 PM
acho que o fabiano fala isso porque ja estava dentro da lista desde o inicio... defender aquilo que soh beneficia nossos propios umbigos e prejudica o outro, ao inves de pensar sobre as injusticas que nossas opinioes podem estar causando, eh a causa das grandes barbaridades feitas pela raca humana...
mas nem vim aqui falar disso..
rabin, voce viu a reportagem que saiu hoje na megazine? diz que a relacao atual da ufrj eh de 3 candidatos/vaga...
nao entendi, vc ta sabendo de alguma coisa que explique isso?
# postado por
marisa às 6:44 PM
ahhh e esqueci... eh luiza da barra!
estou morrendo de saudades de voces!!!
# postado por
marisa às 6:45 PM
Sim, Luiza, eu já estava na lista. Se temos um sistema de acesso à universidade baseado em meritocracia, acho que nos resta segui-lo e tentar defender nossos direitos enquanto não conseguimos mudá-lo.
Minha opinião não causa injustiça alguma. Ela serve, sim, para ampliar o debate sobre algo que, me parece, gera insatisfação geral.
Injustiça é o ensino público não proporcionar chances iguais a todos os cidadãos, mas acredito que uma medida como essa da UFRJ não seja de nenhuma eficácia no sentido de resolver esses problemas.
Quanto à concorrência geral de 3,1 por vaga, você pode encontrar a explicação no comunicado oficial, no site da UFRJ.
# postado por
Fabiano Battaglin às 6:35 PM
O Fabiano quer se aproveitar do erro da UFRJ para se dá bem, o típico jeitinho brasileiro.
Mas fazer o que se as pessoas são egoístas e desonestas.
# postado por
naval às 3:40 AM